Estou com esse amplificador (Warmmusic BS15C) na bancada queimando resistor assim que ligo, no caso do esquema abaixo esto como R19 (100R/1W).Ele está na parte de -B, ligado aos coletores dos 2SA1930 e 2SA1943. Já verifiquei os capacitores C8, C9 e os transistores TR3, TR13, TR14 e TR15. O +B está funcionando ok com 78VDC mas o -B é ligar os -78VDC ele torra. Também testei com outra fonte secundária porque tinha outro amplificador parecido, mas acontece a mesma coisa. Alguém já pegou esse tipo de defeito? Verifiquei os diodos e transistores do bias e também estão aparentando bons.
Usar um transformador de força comum com secundário de alta tensão e outro para os filamentos é o jeito mais simples, não precisa de conversores, só um retificador pra alta tensão e filtros. Alimentar o filamento de uma EL34 que consome 1.5 A é problema para muito conversor DC-DC, já que a corrente inicial é alta e o conversor pode desarmar se não tiver limitador de corrente. Se for pra usar transformador de força de 15 V para depois alimentar os conversores, é melhor ficar na fonte chaveada mesmo.
Uma EL34 aqui tem 1 ohm de resistência de filamento a temperatura ambiente. Ao ligar, o filamento frio vai precisar de corrente inicial de mais de 6 A, até aquecer e a resistência aumentar e diminuir a corrente consumida pra 1.5 A. A fonte para filamento deve prever isso. Já um secundário do transformador de força para válvulas, vai dar conta.
Pelo que vi, até deve funcionar, desde que o conversor para alimentar os filamentos não desarme com a corrente inicial elevada.
Pelo tamanho da fonte primária usada no vídeo, um transformador de força comum seria de tamanho equiparável (talvez mais pesado), de forma que com ele seria muito mais simples e confiável de alimentar o amplificador.
No caso usar um transformador para substituir a fonte chaveada que é usada para alimentar o conversor, ou um transformador único para alimentar o IALL de forma convencional? To buscando alternativas mais em conta para substituir o transformador, visto que esse conversor tem um custo muito baixo, e eu tenho aqui disponível um transformador de +-15v 5A que daria para alimentar tranquilo o conversor. Sugestões são super bem vindas
Pelo que vi, até deve funcionar, desde que o conversor para alimentar os filamentos não desarme com a corrente inicial elevada.
Pelo tamanho da fonte primária usada no vídeo, um transformador de força comum seria de tamanho equiparável (talvez mais pesado), de forma que com ele seria muito mais simples e confiável de alimentar o amplificador.
Saudações amigos! Gostaria de saber a opinião dos amigos a respeito de uma outra alternativa para o B+ do IALL. Segue o video de um gringo alimentando uma EL34 utilizando uma fonte chaveada DC-DC para gerar a alta tensão, e outra menor para os filamentos.
Na descrição, o fabricante diz que a corrente máxima de saída é de 200mA e 390v. Obviamente não é a melhor das opções, mas vale a tentativa pelo custo? Ou utilizar transformadores invertidos seria uma opção melhor do que esta?
Para quem quiser fazer a placa estilo PCB, aqui o layout da placa original da Marshall para os amps 2204 (JMP, JCM800).
Ela é muito grande, deve-se comprar uma folha de placa de cobre de 30x20 cm (A4) e mesmo assim fica apertado.
Como estou querendo montar um JMP pós 1977, optei por usar uma placa tipo PCB pois assim posso me orientar pelo layout do original (via fotografias), com as placas tipo turret os layouts mudam um pouco dependendo de quem os criou (Ceriatone, Triode Electronics, Marstran, etc.) pois os originais nunca foram montados com as placas de turrets.
Será que esses medem transístores de germânio de forma satisfatória? Toda vez que vou fazer algo com transístores de germânio tenho que reaprender a fazer a medição da fuga e consequentemente do ganho real
Há um aparelho simples, barato, mas bem cheio de recursos, que simplifica grande parte dos testes de componentes. Um testador de componentes como esse da imagem.
Já que o assunto é transistor, o artigo é sobre um medidor de ganho de transistor bipolar, bem como de corrente de fuga. O projeto é antigo, de 1983, mas hoje em dia muito multímetro digital consegue medir o ganho de transistor. A vantagem do projeto é medir também a fuga. O esquema, layout e explicação de funcionamento estão na revista que pode ser baixada pelo link disponibilizado.
O chato é conseguir um LM334Z que é ci de fonte de corrente programável e um microamperímetro analógico de 100 uA.
Em caso de não conseguir, eu faria as fontes de corrente com JFETs e arrumaria um multímetro analógico barato que tenha escala de 100 uA (um amarelinho chinês da LeLong LE-944). E faria com uma fonte e não com bateria de 9 V.